Dra. Taiane TerraDermatologia especializadaAgendar avaliação

Transplante capilar

Você já se perguntou a coisa mais importante que deve saber antes de fazer um transplante?

O resultado de um transplante capilar começa em uma consulta, presencial ou online, que investiga a causa da queda, mede a área doadora e conclui se existe indicação cirúrgica. A cirurgia é a etapa final de uma decisão médica, não o ponto de partida da conversa.

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Dra. Taiane Terra realizando cirurgia de transplante capilar com aumento óptico

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Responsabilidade

A médica que avalia é a mesma que opera

Quem examina seu couro cabeludo, define o diagnóstico, desenha a linha e decide a distribuição das unidades foliculares é a mesma médica presente no dia da cirurgia. Não existe transferência do caso para outro profissional depois do agendamento.

Essa continuidade importa por um motivo prático: o planejamento do desenho depende da leitura clínica feita na consulta, do padrão de perda, da idade, do histórico familiar e da reserva da área doadora para o futuro. Quem não fez essa leitura executa uma cirurgia sem o contexto que a sustenta.

Os retornos também seguem com a mesma médica, porque o primeiro ano depois da cirurgia é um processo acompanhado, não uma entrega encerrada no dia do procedimento.

Indicação

Quem pode e quem não pode fazer

Situações em que a cirurgia se discute

  • Alopecia androgenética com padrão definido e evolução estável.
  • Área doadora com densidade suficiente para atender a área a ser tratada.
  • Falhas cicatriciais estabilizadas, incluindo pós trauma e pós cirurgia.
  • Recuo de linha frontal com expectativa compatível com a doadora disponível.
  • Tratamento clínico em curso, quando indicado, com adesão real.

Situações em que eu não indico a cirurgia

  • Queda ativa sem causa investigada, porque operar antes do diagnóstico não resolve a causa.
  • Área doadora insuficiente para cobrir a expectativa apresentada.
  • Doença inflamatória ou cicatricial do couro cabeludo em atividade.
  • Condição clínica descompensada que aumente risco cirúrgico.
  • Expectativa de densidade que a cirurgia não entrega, mesmo bem executada.
  • Paciente muito jovem com padrão de perda ainda em evolução rápida.

Dizer não faz parte da consulta. Existem pacientes que saem da avaliação com tratamento clínico e sem indicação cirúrgica, e isso é conduta, não recusa de atendimento.

Avaliação

Como é a consulta, passo a passo

A consulta de avaliação pode ser presencial, no consultório, ou online, por videochamada. Nos dois formatos, quem avalia e conclui é a mesma médica que opera.

Também é uma etapa essencial o nosso alinhamento de expectativa! Conversamos bastante sobre isso durante as consultas.

  1. 01

    História clínica

    Tempo de queda, velocidade de progressão, histórico familiar, medicações em uso, doenças associadas, cirurgias anteriores e tratamentos já tentados.

  2. 02

    Exame do couro cabeludo e tricoscopia

    Avaliação de padrão de perda, miniaturização dos fios, sinais inflamatórios e características da área doadora.

  3. 03

    Investigação complementar

    Exames laboratoriais quando existe suspeita de causa clínica associada, e biópsia em casos selecionados de alopecia cicatricial.

  4. 04

    Conclusão e plano

    Diagnóstico, indicação ou contraindicação cirúrgica, tratamento clínico necessário, desenho preliminar e o que esperar do processo ao longo do primeiro ano.

A cirurgia por dentro

Como é o dia do procedimento

O procedimento é realizado em centro cirúrgico ambulatorial, com anestesia local. Você permanece acordado, conversando, e o dia costuma ocupar entre seis e oito horas, com pausas para alimentação e para ir ao banheiro.

A manhã começa com a revisão do desenho combinado na avaliação, conferência do planejamento e tricotomia quando necessária. Depois vem a anestesia local, a extração das unidades foliculares da área doadora, a separação e a conferência do material sob magnificação, e por último a implantação nas áreas receptoras conforme ângulo e direção de crescimento de cada região.

A equipe é treinada e trabalha em conjunto com a médica ao longo de todas as etapas. No fim do dia você recebe orientação escrita de cuidados, medicação prescrita e data dos retornos. O primeiro retorno acontece nos dias seguintes para revisão da área doadora e das áreas implantadas.

Dra. Taiane Terra em retrato de estúdio, sentada

Processo

O primeiro ano, mês a mês

A descrição abaixo é o comportamento esperado do processo de cicatrização e de crescimento, e não uma previsão de resultado. Cada pessoa segue seu próprio ritmo, e o acompanhamento nos retornos existe para ajustar o que for necessário.

Primeira semana

Crostas na área implantada, edema que pode descer para a fronte, sensibilidade na doadora e cuidados de higiene bem específicos.

Semanas 2 a 4

Queda dos fios transplantados. Etapa esperada, com o folículo preservado sob a pele.

Meses 2 e 3

Fase em que o couro cabeludo aparenta pouca mudança. É o período que mais gera ansiedade e o que menos exige intervenção.

Meses 4 a 6

Início do surgimento dos fios novos, finos e claros, com crescimento irregular entre as regiões.

Meses 7 a 9

Fios ganham calibre e a distribuição começa a ficar mais homogênea.

Meses 10 a 12

Amadurecimento da textura e da direção dos fios, com avaliação sobre necessidade de nova etapa em casos selecionados.

Acompanhamento

Antes e depois

As fotografias abaixo mostram o couro cabeludo de pacientes antes do tratamento e depois do acompanhamento, no mesmo ângulo de câmera. Servem para ilustrar como o processo se comporta em situações clínicas reais. Não são promessa de resultado: cada pessoa tem diagnóstico, área doadora, idade, biotipo e resposta próprios, e o que aconteceu em um caso não é previsão para outro.

Antes

Fotografia de acompanhamento antes do tratamento: vista frontal da linha do cabelo de paciente, com cabelo curto e marcação cirúrgica

Depois

Fotografia de acompanhamento depois do tratamento: a mesma vista frontal, com cabelo mais denso e linha preenchida
Caso 1. linha frontal e terço anterior do couro cabeludo, vista de frente. Fotos do mesmo paciente, com identidade preservada.

Antes

Fotografia de acompanhamento antes do tratamento: vista de três quartos da lateral da cabeça, com recuo na entrada e marcação cirúrgica

Depois

Fotografia de acompanhamento depois do tratamento: a mesma vista de três quartos, com a entrada preenchida e cabelo aparado
Caso 2. entradas e linha temporal, vista de três quartos. Fotos do mesmo paciente, com identidade preservada.

Antes

Fotografia de acompanhamento antes do tratamento: vista de cima do couro cabeludo, com clareira e pele visível entre os fios

Depois

Fotografia de acompanhamento depois do tratamento: a mesma vista de cima, com cobertura mais densa
Caso 3. topo da cabeça e região frontal superior, vista de cima. Fotos do mesmo paciente, com identidade preservada.

Antes

Fotografia de acompanhamento antes do tratamento: vista lateral de três quartos da linha do cabelo de paciente mulher, com marcação cirúrgica na região frontal

Depois

Fotografia de acompanhamento depois do tratamento: a mesma vista lateral de três quartos, com a linha frontal mais preenchida
Caso 4. linha frontal e entradas, vista lateral de três quartos. Fotos do mesmo paciente, com identidade preservada.

O que essas fotos não mostram

  • A densidade possível é limitada pela área doadora. Fios mais espessos em uma região podem significar menos material disponível para outra.
  • Parte dos fios transplantados cai nas primeiras semanas antes de voltar a crescer, e em alguns casos o crescimento vem menor do que o planejado.
  • Pode haver assimetria, direção irregular dos fios, afinamento persistente, cicatriz na área doadora, foliculite ou infecção.
  • A queda dos fios que continuam no couro cabeludo segue evoluindo se o tratamento clínico indicado não for feito, e isso pode abrir clareiras ao redor da área operada.
  • Existe a possibilidade de resultado insatisfatório, ainda que a cirurgia seja bem executada, e de necessidade de uma segunda etapa.

As imagens desta página têm finalidade exclusivamente informativa e educativa, conforme a Resolução CFM nº 2.336/2023. Não constituem promessa de resultado, garantia de resultado semelhante nem indicação de tratamento. Cada caso depende de diagnóstico, área doadora disponível, idade, biotipo, causa da queda e resposta individual, e pode variar de pessoa para pessoa. Resultados possíveis não são resultados garantidos e incluem a possibilidade de resultado insatisfatório ou de complicação.

As pessoas fotografadas autorizaram o uso da imagem para fins de informação, com identidade preservada, e podem retirar essa autorização a qualquer momento. As fotos não passaram por edição que altere o que foi registrado, apenas recorte e tarja de identidade. A avaliação médica individual, presencial ou online, é indispensável para saber se existe indicação. Falar com a equipe.

Pacientes

“Eu tinha orçamento de três clínicas e nenhuma tinha me examinado de perto. Aqui a consulta começou pela investigação da causa da queda.”

Paciente, 36 anos

“Foi explicado com clareza o que a minha área doadora permitia e o que não permitia. Eu decidi com informação, sem pressa.”

Paciente, 41 anos

“No dia da cirurgia era a mesma médica da consulta, do começo ao fim. Isso fez diferença na minha confiança.”

Paciente, 49 anos

Perguntas frequentes

Transplante capilar dói?

A cirurgia é feita com anestesia local. O desconforto maior costuma ser a aplicação da anestesia no início. Durante o procedimento a área permanece anestesiada e a dor é controlada com medicação nos primeiros dias.

Quanto tempo dura a cirurgia?

Depende da extensão da área a ser tratada e do número de unidades foliculares planejadas. Em geral o dia de cirurgia ocupa entre seis e oito horas, com intervalos para alimentação e descanso.

Quando eu volto a trabalhar?

A maioria das pessoas retorna a atividades administrativas em poucos dias. Atividade física intensa, exposição solar direta e uso de boné apertado seguem orientação específica no retorno.

O cabelo transplantado cai depois?

Existe uma queda esperada dos fios transplantados nas primeiras semanas, chamada de queda de efluvio. O folículo permanece e volta a produzir fio nos meses seguintes. Esse é o comportamento esperado do processo.

Eu preciso continuar com tratamento clínico depois da cirurgia?

Na maior parte dos casos de alopecia androgenética sim. A cirurgia redistribui folículos, ela não interrompe a evolução da miniaturização dos fios que continuam no couro cabeludo. O tratamento clínico é discutido na avaliação.

Existe quem não pode fazer transplante capilar?

Sim. Área doadora insuficiente, queda em atividade sem investigação, doenças do couro cabeludo em fase inflamatória, quadros cicatriciais não estabilizados, condições clínicas descompensadas e expectativa incompatível com o que a cirurgia entrega são situações em que a indicação não é feita.

Qual a diferença entre FUE e técnica de faixa?

São formas diferentes de retirar as unidades foliculares da área doadora. A FUE utiliza extração individualizada, sem retirada de faixa de couro cabeludo. A escolha depende da avaliação da doadora, da densidade e do plano cirúrgico.

Dá para fazer transplante na barba e nas sobrancelhas?

São procedimentos existentes e com indicação própria, avaliados caso a caso, com critérios diferentes do couro cabeludo.

Para entender melhor os critérios de indicação, veja também quem pode e quem não pode fazer transplante capilar e o primeiro ano depois da cirurgia.

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A avaliação pode ser presencial, no consultório, ou online, por videochamada, e termina com a conclusão sobre indicação cirúrgica.

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